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Fiuk diz que não se masturbou no reality; faz mal ficar muito tempo sem isso?

Cantor disse que sente falta, mas não se masturbou durante todo o reality
Cantor disse que sente falta, mas não se masturbou durante todo o reality - Reprodução / Globo

Redação Publicado em 15/04/2021, às 10h05

O BBB21 já está na reta final, ou seja, os participantes estão há quase 90 dias confinados. E uma das maiores reclamações que se ouve no reality é a abstinência sexual. Praticamente todos os dias, pelo menos um dos participantes fala sobre o assunto.

E não foi diferente na festa da última quarta-feira (14). Em conversa com Gil e Juliette, Fiuk revelou que sente falta, mas não se masturbou dentro do programa.

"Fiuk, vem cá. Tu tá há 90 dias sem [gesticulou as mãos sinalizando masturbação]? Nem uma vez?", perguntou Gil, iniciando o assunto.

"Gil, que isso? Não. Nem uma vez. 'Cê' é louco, já acordei até passando mal na cama. Já rolou umas acordadas malucas", respondeu Fiuk.

Juliette entrou no papo e revelou que também não se masturbou dentro da casa. Gil, porém, não quis responder se ele já havia feito isso ou não.

Ficar sem se masturbar faz mal?

Se a pessoa não sente desconforto ou necessidade, não. Jairo Bouer explica que, se você quiser se masturbar uma vez por semana e você está bem com isso, tranquilo; se for uma vez por mês e você estiver bem com isso, também tranquilo; se for uma vez por dia, é o seu ritmo. E é bom lembrar que a frequência de masturbação pode mudar em diferentes fases da vida, como é o caso dos participantes do BBB. Tem fases em que a gente está mais estimulado, mais animado, que a gente tem mais vontade de se masturbar. E tem fases em que a gente está menos estimulado, menos interessado no assunto e vai se masturbar menos.

Com os brothers, por mais que possa haver vontade, o fato de compartilhar o quarto e o banheiro e ter câmeras espalhadas 24 horas por dia, pode trazer insegurança e desconforto.

“Inclusive, quando você começa a ficar um tempo maior sem se masturbar, é até mais fácil administrar a ausência do sexo”, explica Jairo. “No começo da pandemia, muita gente estava se masturbando com frequência. Depois, começaram a enjoar ou cansar e, quando perceberam, já estavam há muito tempo sem e nem sentem que faz falta”.

Mas, resumindo, de modo geral, não existe nem o máximo e nem o mínimo para a masturbação. Existe o normal para cada um naquele momento.

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