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Pesquisa releva 5 tendências para relacionamentos em 2022

Uma das tendências observadas é que as pessoas estão mais dispostas a ter dates relacionados a novos hobbies - iStock
Uma das tendências observadas é que as pessoas estão mais dispostas a ter dates relacionados a novos hobbies - iStock

Redação Publicado em 30/11/2021, às 18h30

Uma pesquisa realizada pelo aplicativo de relacionamento Bumble revelou algumas estimativas e previsões sobre as principais tendências de relacionamentos para 2022.

Os achados mostraram que, mesmo com o retorno de certos comportamentos pré-pandêmicos, o futuro reserva novas alternativas que serão bem-vindas no mundo dos “dates”. Em 2021, por exemplo, as pessoas pareciam estar mais determinadas a encontrar exatamente o que estavam procurando. E essa é uma tendência que deve permanecer. 

O levantamento mostrou que 59% dos usuários em todo o mundo afirmaram que agora são mais honestos com suas parcerias sobre o que desejam. No Brasil, o cenário é bem parecido: cerca de cinco a cada 10 entrevistados estão mais dispostos a falar abertamente sobre o que querem com o outro.

Os resultados foram obtidos através de uma pesquisa feita dentro do próprio aplicativo, entre os dias 6 e 21 de outubro de 2021, com uma amostra com mais de 8.500 usuários de diversos países do mundo.

Quais as principais tendências?

Segundo a pesquisa, a tendência de falar abertamente sobre o que deseja em uma relação não é a única observada. Confira outras cinco previsões para os relacionamentos de 2022:

1 - Sem pressão, solteiros

Considerando o longo período de isolamento social devido à pandemia de Covid-19, mais da metade dos participantes afirmou estar mais consciente sobre com quem, como e quando terão um “date”.

Todo esse contexto parece ter diminuído a pressão sobre os solteiros e a pressa por mudar o status de relacionamento também caiu. No mundo, usuários do Bumble seguem preocupados com as famosas perguntas: “e os namoradinhos?”, e apenas 28% contaram não se importar com elas. 

Em contrapartida, os brasileiros estão mais confiantes em relação à pressão da “solteirice” e cobranças ao redor desse assunto, com 42% dos entrevistados declarando não se importar com esses questionamentos feitos por familiares ou amigos.

2 - Xô, distanciamento social

Após quase dois anos de distanciamento social e com o progresso da vacinação, a tendência é que esse espaço seja reduzido e as pessoas voltem “às saudações mais calorosas”. 

De acordo com os dados, dois a cada três entrevistados (68%) em todo o mundo disseram estar mais dispostos a demonstrar carinho em público. No Brasil, os usuários do aplicativo estão ainda mais preparados para essas demonstrações de afeto, com a porcentagem chegando aos 82%. 

3 - Novos hobbies, novos dates

Quem não conhece alguém que descobriu um novo hobbie ao longo da pandemia? Afinal, com o isolamento social e opções reduzidas de lazer,  o jeito foi encontrar alguma atividade que pudesse ser realizada dentro da nossa própria casa. 

Entre a comunidade brasileira do Bumble, 64% dos entrevistados adquiriram um novo hobbie durante esse período. E, com a retomada dos afazeres, quase metade (42%) está disposta a encontrar novas opções de encontros relacionados a seus novos hobbies.

Confira:

4 - Nem tudo é trabalho

No último ano, ao conhecer alguém novo, a pergunta “o que você faz?” pareceu perder um pouco da importância e houve uma valorização de quem a pessoa é fora do trabalho. Neste período, mais da metade dos usuários brasileiros (53%) passou a priorizar carreiras que permitam um equilíbrio saudável entre ambos. 

Essa mudança de mentalidade também acabou influenciando o que esperam de seus relacionamentos: 41% passaram a preferir parceiros que tenham como objetivo este mesmo equilíbrio em vez da ambição de um cargo profissional importante.

5 - Orgulho da “solteirice”

Entra ano, sai ano e aquelas perguntas sobre o status de relacionamento surgem. Porém, essa “cobrança” e curiosidade parece não importar tanto assim para brasileiros solteiros.

Os dados mostraram que 71% não se sentem pressionados a ter um parceiro – diferentemente dos números mundiais, em que apenas 57% sentem-se da mesma forma.

Estar solteiro tem se tornado uma decisão cada vez mais consciente, principalmente no Brasil, em que 34% dos usuários declararam estar mais cuidadosos do que antes, enquanto este número cai para 17% em uma escala global. 

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