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Fadiga e perda de cabelo podem ser sequelas da covid-19, diz estudo

Palpitações, dores no joelho e perda de apetite também podem ser consequências da doença
Palpitações, dores no joelho e perda de apetite também podem ser consequências da doença - iStock

Redação Publicado em 09/02/2021, às 09h51

Já faz mais de um ano que as pessoas ao redor do mundo estão sendo infectadas pelo coronavírus, contudo, ainda pouco se sabe sobre as consequências a longo prazo desse vírus.

Recentemente, foi publicado um estudo que analisou 1.733 pacientes do hospital Jin Yin-tan em Wuhan, entre 7 de janeiro e 29 de maio de 2020. Os resultados mostraram que, seis meses após a doença, 63% dos infectados ainda apresentavam fadiga e fraqueza muscular, 26% sofriam com dificuldades para dormir, 22% tiveram queda de cabelo e outros 11% continuaram com o olfato alterado mesmo após se curar da doença.

Mas esses não são os únicos sintomas constatados pelos pesquisadores. Setenta e seis por cento dos pacientes analisados ainda relatavam pelo menos uma das queixas a seguir: palpitações, dores no joelho, perda de apetite, alterações no paladar, tontura, diarreia e vômitos, dor no peito, dificuldade de engolir, feridas na pele e dores de cabeça.

Como está funcionando a vacina?

Sabendo de tudo isso, é natural que a ansiedade pela vacina aumente. No entanto, vale lembrar que, no Brasil, a vacinação está sendo feita por ordem de prioridade, então é preciso ter paciência. 

Confira a lista do grupo prioritário:

  • Pessoas com 60 anos ou mais institucionalizadas;
  • Pessoas com deficiência institucionalizadas;
  • Povos indígenas vivendo em terras indígenas;
  • Trabalhadores de saúde;
  • Pessoas de 80 anos ou mais;
  • Pessoas de 75 a 79 anos;
  • Povos e comunidades tradicionais ribeirinhas;
  • Povos e comunidades tradicionais quilombolas;
  • Pessoas de 70 a 74 anos;
  • Pessoas de 65 a 69 anos;
  • Pessoas de 60 a 64 anos;
  • Comorbidades;
  • Pessoas com deficiência permanente grave;
  • Pessoas em situação de rua;
  • População privada de liberdade;
  • Funcionários do sistema de privação de liberdade;
  • Trabalhadores da educação do Ensino Básico (creche, pré-escolas, ensino fundamental, ensino médio, profissionalizantes e EJA);
  • Trabalhadores da educação do Ensino Superior;
  • Forças de segurança e salvamento;
  • Forças Armadas;
  • Trabalhadores de transporte coletivo rodoviário de passageiros;
  • Trabalhadores de transporte metroviário e ferroviário;
  • Trabalhadores de transporte aéreo;
  • Trabalhadores de transporte aquaviário;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores portuários;
  • Trabalhadores industriais. 

Pré-cadastro

A partir do dia 15 de fevereiro, os idosos acima dos 85 anos começarão a ser vacinados. Sendo assim, o Governo de São Paulo recomenda que já comecem a fazer o pré-cadastro no site Vacina Já para facilitar o atendimento na hora da vacinação.

E, embora o pré-cadastro não seja um requisito para receber a vacina, com o formulário online já preenchido, estima-se que o tempo de atendimento para receber a vacina seja de apenas um minuto.