No
próximo sábado será celebrado mais um Dia Mundial da Prevenção
da Gravidez na Adolescência. Como todo ano, o dia terá um tema –
e desta vez é “Sua vida, sua voz”. Para entender melhor sobre a
campanha entre na seção de noticias .
A
ideia é fazer com que as pessoas reflitam sobre modos de conversar
sobre métodos anticoncepcionais. Começando pela conversa com o médico,
a pessoa mais indicada para discutir com os jovens qual o método mais
adequado para a prevenção de uma gravidez indesejada. O ideal seria
que todas as garotas passassem pelo ginecologista antes de iniciar sua
vida sexual, para que pudessem ter armas eficazes para evitar uma gestação
antes da hora. Mas a gente sabe que muita gente vacila e acaba tomando
pílulas sem orientação ou, pior, nem sequer se protege contra uma
gravidez.
A
conversa no consultório médico é deixada de lado por vários
motivos. Muitas meninas têm medo de que seus pais fiquem sabendo que
ela já mantém relações sexuais. Isso pode até acontecer,
mas não será o médico que dará essa notícia. Existe uma coisa muito
séria no código de ética médica chamada sigilo. Isso significa que
nada do que for discutido dentro do consultório poderá ser revelado
para outras pessoas sem autorização do paciente. As únicas exceções
acontecem quando a garota precisa de um procedimento mais complicado
(como uma cirurgia), quando depende de cuidados da família para que
sua vida seja preservada ou se está sendo submetida a abuso sexual.
No
caso de garotas que simplesmente desejam se proteger quando iniciam
sua vida sexual, esse dado não tem nenhum motivo para sair do consultório.
Por isso, as garotas podem conversar tranquilamente com o médico, porque
ele não vai dizer nada para quem quer que seja. Assim, não restam
desculpas para a moçada não tirar todas as dúvidas que ficarem sobre
contracepção e para pedir indicação de um método confiável na
hora de evitar uma gravidez. Vença a timidez, o medo infundado, a eventual
preguiça e a falta de responsabilidade e procure o médico!
Uma
pesquisa dinamarquesa mostrou que não é apenas para queimar gorduras
que os exercícios servem – o fato de aumentarem a massa muscular
também ajuda a prevenir doenças cardiovasculares e diabetes. Os cientistas
avaliaram a circunferência das coxas de mais de 3 mil voluntários
e chegaram à conclusão de que aqueles com pernas mais finas tinham
mais chance de ter doenças cardíacas e morrer precocemente do que
aqueles com coxas com mais de 60 cm de circunferência. Dá uma olhada
na seção de noticias para entender mais sobre a pesquisa.
A
explicação para isso se dá principalmente com base no metabolismo
da insulina – quanto maior massa muscular, menor a tendência da pessoa
de desenvolver resistência a insulina e, portanto, menor a chance de
ter diabetes do tipo II. Sem a diabetes, os vasos e os nervos ficam
mais protegidos contra as complicações típicas dessa doença, que
podem levar ao aumento de chance de ter doenças cardiovasculares, como
infartos e derrames.
O
excesso de gordura também contribui para esses danos ao organismo –
a gordura também age como um fator de risco para o aumento de resistência
à insulina e para a formação de placas de ateroma, que elevam os
riscos de infartos e derrames. Juntando tudo isso, ainda cabe lembrar
que o metabolismo de uma pessoa com mais músculos tende a ser mais
“acelerado” – ou seja, ela, mesmo em repouso, tende a queimar
mais calorias e a acumular menos gordura do que uma pessoa obesa. Assim
dá para entender como o ciclo se fecha, né? Uma pessoa obesa tende
a engordar ainda mais – se for sedentária então, isso se multiplica.
Já uma pessoa com peso adequado e que faz exercícios regularmente
tem mais “dificuldade” para juntar gordura. E, com tudo isso, fica
mais protegida de doenças evitáveis...
O
governo britânico acabou de anunciar que vai proibir a posse e o comércio
de algumas substâncias que são vendidas legalmente no país e usadas
como drogas recreativas. São produtos formulados com intenções completamente
diferentes do que “dar um barato”: um era para ser vermífugo veterinário
e outro é solvente de tinta. Para saber mais sobre a restrição a
essas substâncias, dá uma olhada na seção de noticias.
Não
é só a Grã-Bretanha que tem problemas com uso indevido
de substâncias “legais”. O Brasil, por exemplo, é um dos maiores
consumidores de anfetaminas do mundo. Esse medicamento é vendido legalmente
em farmácias – em teoria, só para pessoas que apresentarem receita
médica. As anfetaminas são usadas em tratamentos de emagrecimento,
em distúrbios de atenção e para pacientes que sofrem de narcolepsia,
por exemplo. Mas muita gente usa sem indicação médica, apenas para
dar uma turbinada na balada, já que as anfetaminas tiram o sono. Só
que, junto com isso, vem um monte de efeitos colaterais – como problemas
cardíacos, que podem até levar à morte.
A
gente insiste muito nesse ponto, mas nunca é demais lembrar: não
é só porque a venda de algumas substâncias é legalizada
que elas não fazem mal à saúde. Algumas drogas lícitas apresentam
um potencial de dependência tão grande ou até maior do que algumas
drogas ilícitas. Os seus efeitos no organismo podem ser tão devastadores
como os de substâncias como maconha e cocaína. Ainda resta dúvida
de que não dá para abusar só porque não tem tráfico envolvido?