O
Ministério da Saúde publicou um estudo feito com 8 mil pessoas mapeando
o comportamento sexual do brasileiro. Dá uma olhada na seção de noticias
para ver alguns dados legais da pesquisa.
Uma
coisa que ficou muito clara com o levantamento foi a diferença enorme
que existe no comportamento sexual do homem e da mulher. Se, por um
lado, eles transam com mais frequência, com mais parceiras, mais cedo,
e traem mais, por outro lado também se protegem mais, usando mais camisinha
tanto nas suas relações fixas como nas casuais. Já as mulheres tendem
a manter relacionamentos mais estáveis e ter menos parceiros casuais.
A questão é: se os homens que estão em relações estáveis saem
com parceiras casuais, as mulheres que se consideram protegidas pela
monogamia, na verdade, estão se expondo por tabela.
Não
adianta nada prometer fidelidade, achar que isso basta na prevenção
de DSTs, enquanto o outro (seja o homem ou a mulher) continua transando
com outros parceiros sem camisinha.
Outro
fato que chamou bastante atenção do ministério foi a quantidade de
gente que já transou com pessoas conhecidas pela internet. Foi-se a
época em que paqueras aconteciam só em bares e baladas... Agora dá
para encontrar um parceiro de casa mesmo – resta saber se a segurança
também está indo para o encontro real...
Uma
pesquisa feita na Espanha mostrou que homens que comem mais frutas e
legumes, alimentos ricos em antioxidantes, tendem a ter esperma de melhor
qualidade, com maior número de espermatozóides, melhor morfologia
e mobilidade. Por outro lado, aqueles que se empanturram de gordura
têm mais problemas de fertilidade. Dá uma olhada na seção de noticias
para saber mais sobre a pesquisa.
Este
é mais um exemplo de como a alimentação nos influencia como um todo.
Comer alimentos muito gordurosos não contribuem apenas para o aumento
de peso: esse hábito pode levar a disfunções metabólicas, dar uma
detonada nos nossos vasos, no coração, no fígado... A lista é quase
interminável! Mulheres obesas, por exemplo, tendem a ter mais dificuldade
para engravidar também.
Pensar
melhor no que você anda comendo não é, de forma alguma, uma atitude
só manter o visual. É uma forma de cuidar da sua saúde como um todo
– assim como praticar exercícios físicos...
A
gente insiste em avisar que sexo oral pode sim transmitir DSTs, mas
muita gente simplesmente desencana desse fato. Até o CDC (o Centro
de Controle de Doenças dos Estados Unidos) achou que estava na hora
de reforçar isso: lançou, na semana passada, um boletim alertando
para os riscos que uma pessoa se submete ao fazer sexo oral sem proteção.
Dá uma olhada na seção de noticias para saber mais.
Algumas
pessoas acham que sexo oral nem conta como sexo, por isso não haveria
risco. Não há chances de gravidez, mas isso não significa que seja
sexo seguro nem que não seja sexo. O contato da mucosa da boca com
secreções vaginais, anais e esperma é uma porta de entrada para várias
doenças, que variam de gonorreia ao HIV. Por isso que hoje a gente
vê o número de casos de HPV e gonorreia na garganta aumentando.
Não
é porque uma doença é sexualmente transmissível que ela só acontece
no contato direto entre genitais. Por isso, camisinha tem de estar presente
desde as preliminares – ou o filme plástico recobrindo a vagina.
E, acabando com a hipocrisia: como o próprio nome diz, sexo oral é
sexo sim!