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maio - 2009
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Tentando barrar a Aids
Atualmente centenas de cientistas ao redor do mundo estão pesquisando métodos para tentar barrar a Aids. Tem desde pesquisas de vacinas, propostas de tratamentos que chegariam à cura da doença e novos meios de impedir a infecção. Neste último grupo está uma equipe americana, ligada à Universidade Cornell. Eles fizeram um anel vaginal que libera substâncias que conseguiriam tanto impedir a infecção pelo HIV como prevenir uma gravidez indesejada. Dá uma olhada na seção de noticias para saber mais da pesquisa.

O grande problema do HIV é o fato de o vírus ser altamente mutante. Isso faz com que ele consiga passar por seleções que deixam a doença mais resistente a tratamentos – se uma droga é feita para uma certa característica do vírus que muda, o medicamento deixa de ter eficácia. A mesma coisa com a vacina – ela protegeria as pessoas contra uma característica de vírus e, para ser eficiente, essa característica não poderia mudar.

Não resta dúvida de que muito esforço tem sido empenhado para contornar a Aids. Mas, infelizmente, o único jeito que se mostrou eficiente foi evitar a infecção com medidas preventivas, como uso de camisinha, o não-compartilhamento de seringas e controle das transfusões de sangue. E boa parte dessa prevenção depende da ação de cada um individualmente... Não dá para deixar todo o trabalho na mão dos cientistas, né?


12h25 - 0 comentários

quinta 21
Emoções também são “órgão sexual”
A gente vive falando que um dos modos de atingir uma vida sexual satisfatória é estar com a cabeça e as emoções em ordem. Agora um estudo britânico veio comprovar isso cientificamente: uma pesquisa mostrou que as mulheres com “inteligência emocional” têm orgasmos numa frequência maior do que as outras. Dá uma olhada na seção de noticias para saber mais.

Parece meio óbvio, mas não custa reforçar... Se a pessoa está encanada com o relacionamento, não sente autoconfiança e a autoestima anda lá embaixo, é difícil relaxar e curtir o sexo. Se a cabeça anda às voltar com um milhão de sentimentos de culpa, medo, ansiedade e insegurança, a transa tem tudo para ser um desastre.

E é assim que a gente vê um monte de emails que chegam aqui no site de garotos e garotas que andam insatisfeitos. Rapazes que não conseguem manter ereção, que ejaculam rápido ou devagar demais, moças que não conseguem chegar ao orgasmo ou que nem sequer conseguem levar uma transa até o final.

A gente precisa sempre lembrar que o corpo não anda dissociado das nossas emoções. Muitas vezes, são elas que precisam de cuidado, e não o físico...


15h14 - 0 comentários

quarta 13
Anticoncepcional masculino
Pesquisadores chineses estão testando, com sucesso aparente, um anticoncepcional masculino. A ideia é interromper a produção de espermatozóides enquanto o medicamento for usado. Quando o uso for suspenso, o homem voltaria a produzir gametas normalmente – como ocorre no caso de anticoncepcionais femininos e a produção de óvulos. Dá uma olhada na seção de noticias para saber mais sobre a pesquisa. 

Este não é o primeiro estudo que tenta fazer um contraceptivo masculino – há vários outros projetos neste campo, inclusive aqui no Brasil. Em termos de planejamento familiar, um anticoncepcional masculino seria muito benvindo. O casal poderia dividir a responsabilidade da contracepção e, nos casos em que a mulher não pode tomar anticoncepcional, a prevenção ficaria garantida.

Por outro lado, resta saber se isso não aumentaria o descuido com as DSTs. Já que o homem não ausaria uma gestação indesejada, será que ele não desencanaria de usar camisinha, abrindo uma brecha para a contaminação por DSTs?

E há também a questão dos riscos e efeitos colaterais com o uso desse tipo de medicamento (que é um hormônio masculino) que precisam ser bem testados.

Todo avanço que colabore para o planejamento familiar é útil. A gente só não pode vacilar em outros pontos, não é?


11h32 - 0 comentários

sábado 09
Avanços na disfunção erétil
Cientistas americanos estão desenvolvendo um novo medicamento para combater um dos maiores fantasmas masculinos: a disfunção erétil. Desta vez não se trata de uma nova pílula, mas de uma pomada aplicada localmente para facilitar a ereção. Dá uma olhada na seção de noticias para ler mais sobre a pesquisa.

Certamente essas descobertas melhoraram muito a qualidade de vida dos homens que sofriam com a disfunção erétil. Mas, por outro lado, garotos que não tinham nenhum problema nesse sentido começaram a usar os medicamentos de modo recreativo, na esperança de “turbinar” a transa.

Vale sempre lembrar: os remédios (sejam comprimidos, xaropes ou pomadas) ajudam quem precisa deles, mas não trazem ganhos para quem está saudável. Homens com diabetes, hipertensão, aterosclerose ou idosos tendem a ter uma dificuldade maior para obter e manter uma ereção satisfatória.

Já adolescentes e adultos jovens com a saúde em dia não apresentam motivos físicos para não conseguir uma ereção. A função dos medicamentos, nesses casos, seria muito mais um efeito placebo, dando aquele “apoio moral”, do que uma ação farmacológica propriamente dita.

O problema é que esse uso recreativo pode gerar um tipo de dependência – o cara acha que a transa só será boa com uso de remédio (mesmo que ele não precise) e, quando não tiver o medicamento à mão, vai ficar tão ansioso que a ereção vai ficar prejudicada mesmo. Mas não porque ele é incapaz fisicamente de tê-la, e sim porque está travado emocionalmente sem a sua “muleta”.

Medicamentos são incríveis – para quem realmente precisa deles e os usa de modo correto. Tomar remédio sem indicação e sem necessidade é uma bobagem que pode acabar fazendo muito mal para você...


12h35 - 3 comentários

domingo 03
Intimidade virtual

Uma empresa britânica está lançando um aparelho que pretende fazer “carinho” virtual em parceiros que estejam distantes um do outro. A idéia é que, movimentando um anel, a pessoa produza um feixe de luz sobre o corpo ou a cama onde está seu par. Para ler mais sobre o produto, dá uma olhada na seção de noticias 

É mais uma facilidade tecnológica para tentar diminuir as distâncias. Mas será que isso compensa a distância real? Conversar pela internet, falar pelo telefone, mandar cartões virtuais não causam uma “falsa” sensação de proximidade e, no final, acabam substituindo o bom e verdadeiro contato real?

Quantos amigos você não fica meses sem ver ao vivo, mas acha que se mantém próximo porque continua trocando emails? Não seria melhor sair para colocar a conversa em dia e ver, de fato, como a outra pessoa está? E namorar pela internet então? Claro que a tecnologia ajuda os casais que moram à distância a se comunicar, mas será que a gente não tende a ficar mais acomodado com isso? Em vez de sair para dar um passeio, escreve-se um scrap... Vale a pena pensar mais nisso, né?


22h12 - 0 comentários