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sexta 29
Tentando barrar a Aids
Atualmente
centenas de cientistas ao redor do mundo estão pesquisando métodos
para tentar barrar a Aids. Tem desde pesquisas de vacinas, propostas
de tratamentos que chegariam à cura da doença e novos meios de impedir
a infecção. Neste último grupo está uma equipe americana, ligada
à Universidade Cornell. Eles fizeram um anel vaginal que libera substâncias
que conseguiriam tanto impedir a infecção pelo HIV como prevenir uma
gravidez indesejada. Dá uma olhada na seção de noticias para saber
mais da pesquisa.
O
grande problema do HIV é o fato de o vírus ser altamente mutante.
Isso faz com que ele consiga passar por seleções que deixam a doença
mais resistente a tratamentos – se uma droga é feita para uma certa
característica do vírus que muda, o medicamento deixa de ter eficácia.
A mesma coisa com a vacina – ela protegeria as pessoas contra uma
característica de vírus e, para ser eficiente, essa característica
não poderia mudar.
Não
resta dúvida de que muito esforço tem sido empenhado para contornar
a Aids. Mas, infelizmente, o único jeito que se mostrou eficiente foi
evitar a infecção com medidas preventivas, como uso de camisinha,
o não-compartilhamento de seringas e controle das transfusões de sangue.
E boa parte dessa prevenção depende da ação de cada um individualmente...
Não dá para deixar todo o trabalho na mão dos cientistas, né?
12h25 - 0 comentários
quinta 21
Emoções também são “órgão sexual”
A
gente vive falando que um dos modos de atingir uma vida sexual satisfatória
é estar com a cabeça e as emoções em ordem. Agora um estudo britânico
veio comprovar isso cientificamente: uma pesquisa mostrou que as mulheres
com “inteligência emocional” têm orgasmos numa frequência maior
do que as outras. Dá uma olhada na seção de noticias para saber
mais.
Parece
meio óbvio, mas não custa reforçar... Se a pessoa está encanada
com o relacionamento, não sente autoconfiança e a autoestima anda
lá embaixo, é difícil relaxar e curtir o sexo. Se a cabeça anda
às voltar com um milhão de sentimentos de culpa, medo, ansiedade e
insegurança, a transa tem tudo para ser um desastre.
E
é assim que a gente vê um monte de emails que chegam aqui no site
de garotos e garotas que andam insatisfeitos. Rapazes que não conseguem
manter ereção, que ejaculam rápido ou devagar demais, moças que
não conseguem chegar ao orgasmo ou que nem sequer conseguem levar uma
transa até o final.
A
gente precisa sempre lembrar que o corpo não anda dissociado das nossas
emoções. Muitas vezes, são elas que precisam de cuidado, e não o
físico...
15h14 - 0 comentários
quarta 13
Anticoncepcional masculino
Pesquisadores
chineses estão testando, com sucesso aparente, um anticoncepcional
masculino. A ideia é interromper a produção de espermatozóides enquanto
o medicamento for usado. Quando o uso for suspenso, o homem voltaria
a produzir gametas normalmente – como ocorre no caso de anticoncepcionais
femininos e a produção de óvulos. Dá uma olhada na seção de noticias
para saber mais sobre a pesquisa.
Este
não é o primeiro estudo que tenta fazer um contraceptivo masculino
– há vários outros projetos neste campo, inclusive aqui no Brasil.
Em termos de planejamento familiar, um anticoncepcional masculino seria
muito benvindo. O casal poderia dividir a responsabilidade da contracepção
e, nos casos em que a mulher não pode tomar anticoncepcional, a prevenção
ficaria garantida.
Por
outro lado, resta saber se isso não aumentaria o descuido com as DSTs.
Já que o homem não ausaria uma gestação indesejada, será que ele
não desencanaria de usar camisinha, abrindo uma brecha para a contaminação
por DSTs?
E
há também a questão dos riscos e efeitos colaterais com o uso desse
tipo de medicamento (que é um hormônio masculino) que precisam ser
bem testados.
Todo
avanço que colabore para o planejamento familiar é útil. A gente
só não pode vacilar em outros pontos, não é?
11h32 - 0 comentários
sábado 09
Avanços na disfunção erétil
Cientistas
americanos estão desenvolvendo um novo medicamento para combater um
dos maiores fantasmas masculinos: a disfunção erétil. Desta vez não
se trata de uma nova pílula, mas de uma pomada aplicada localmente
para facilitar a ereção. Dá uma olhada na seção de noticias para
ler mais sobre a pesquisa.
Certamente
essas descobertas melhoraram muito a qualidade de vida dos homens que
sofriam com a disfunção erétil. Mas, por outro lado, garotos que
não tinham nenhum problema nesse sentido começaram a usar os medicamentos
de modo recreativo, na esperança de “turbinar” a transa.
Vale sempre
lembrar: os remédios (sejam comprimidos, xaropes ou pomadas) ajudam
quem precisa deles, mas não trazem ganhos para quem está saudável.
Homens com diabetes, hipertensão, aterosclerose ou idosos tendem a
ter uma dificuldade maior para obter e manter uma ereção satisfatória.
Já adolescentes e adultos jovens com a saúde em dia não apresentam
motivos físicos para não conseguir uma ereção. A função dos medicamentos,
nesses casos, seria muito mais um efeito placebo, dando aquele “apoio
moral”, do que uma ação farmacológica propriamente dita.
O
problema é que esse uso recreativo pode gerar um tipo de dependência
– o cara acha que a transa só será boa com uso de remédio (mesmo
que ele não precise) e, quando não tiver o medicamento à mão, vai
ficar tão ansioso que a ereção vai ficar prejudicada mesmo. Mas não
porque ele é incapaz fisicamente de tê-la, e sim porque está travado
emocionalmente sem a sua “muleta”.
Medicamentos
são incríveis – para quem realmente precisa deles e os usa de modo
correto. Tomar remédio sem indicação e sem necessidade é uma bobagem
que pode acabar fazendo muito mal para você...
12h35 - 3 comentários
domingo 03
Intimidade virtual
Uma
empresa britânica está lançando um aparelho que pretende fazer “carinho”
virtual em parceiros que estejam distantes um do outro. A idéia é
que, movimentando um anel, a pessoa produza um feixe de luz sobre o
corpo ou a cama onde está seu par. Para ler mais sobre o produto, dá
uma olhada na seção de noticias .
É
mais uma facilidade tecnológica para tentar diminuir as distâncias.
Mas será que isso compensa a distância real? Conversar pela internet,
falar pelo telefone, mandar cartões virtuais não causam uma “falsa”
sensação de proximidade e, no final, acabam substituindo o bom e verdadeiro
contato real?
Quantos
amigos você não fica meses sem ver ao vivo, mas acha que se mantém
próximo porque continua trocando emails? Não seria melhor sair para
colocar a conversa em dia e ver, de fato, como a outra pessoa está?
E namorar pela internet então? Claro que a tecnologia ajuda os casais
que moram à distância a se comunicar, mas será que a gente não tende
a ficar mais acomodado com isso? Em vez de sair para dar um passeio,
escreve-se um scrap... Vale a pena pensar mais nisso, né?
22h12 - 0 comentários
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